Acessibilidade do Aeroporto de Goiânia é elogiada

O Aeroporto de Goiânia/Santa Genoveva recebeu, entre os dias 12 e 15 de abril, 700 atletas paralímpicos de 15 estados que competiram na etapa regional do Centro-Leste do Circuito Loterias Caixa de Atletismo, Halterofilismo e Natação, e também na 1ª Copa de Esgrima em Cadeiras de Rodas. 


Para atender com excelência a todos os competidores que embarcaram e desembarcaram em Goiânia, a Infraero realizou uma força-tarefa para garantir que toda a infraestrutura de atendimento à pessoa com deficiência estivesse disponível. Equipamentos, piso tátil e sinalização de lombofaixas foram vistoriados e houve reforço no efetivo de atendimento da Infraero e empresas aéreas. 

 

O planejamento trouxe resultados positivos, que seguem à disposição dos passageiros e usuários do Santa Genoveva. A atleta paralímpica Márcia Menezes, que competiu na modalidade de Halterofilismo, elogiou o trabalho. “O Aeroporto de Goiânia me surpreendeu com sua acessibilidade, desde o cuidado no desembarque à eficiência de todas as etapas de embarque. Na vinda para cá embarquei em um dos maiores aeroportos do país e o pessoal de lá tem muito o que aprender com a equipe do aeroporto de Goiânia”, afirma a atleta, que é cadeirante e também participou dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. 


De acordo com o presidente da Comissão de Acessibilidade do aeroporto, Ivo Viana, o sucesso no atendimento é fruto das ações coordenadas. “O Aeroporto de Goiânia já atende aos requisitos de acessibilidade, porém, como a quantidade de atletas paralímpicos que utilizaram a infraestrutura do aeroporto foi bem maior do que a registrada no dia a dia, foi realizado todo um planejamento operacional para garantir o melhor fluxo de atendimento no desembarque e embarque dos atletas”, explicou o coordenador. 


O superintendente do Aeroporto de Goiânia, Antonio Sales, avaliou a força-tarefa de forma muito positiva. “A Infraero tem um enorme compromisso em prestar um bom atendimento à pessoa com deficiência. Temos o dever de garantir que o usuário tenha total apoio, atenção, equipamentos operacionais e total assistência das equipes de atendimento”, ressaltou o superintendente.

Fonte: Assessoria Infraero

 


Autor: Caio Lobo

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Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

1 Comentários deste post

  1. O aeroporto de Goiânia é novo e bom. A única pena é que uma obra que demorou anos e anos para se concretizar chega já com atraso em outros níveis. Já nos dias de hoje ele se mostra um aeroporto pequeno e com os típicos problemas dos aeroportos atuais: ao invés de facilitarem o desembarque, nos forçam a passar pela mesma área do embarque para entrar nas lojas Duty da vida, ao embarcar a mesma coisa, a loja Duty que fica logo após sair da área de inspeção de bagagens confunde sobre a localização dos portões. Uma coisa simples que é a localização no Google Maps ainda está errada e cada um joga a culpa no outro.

    O.Juliano / Responder

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