SP pode ter aluguel de bikes nos moldes do Uber

De acordo com reportagem do jornal Folha de São Paulo desta sexta, 28, o prefeito de São Paulo, João Doria, deve assinar nos próximos dias um decreto que regulamenta o compartilhamento de bicicletas na cidade, nos moldes do Uber e afins. A infotmaçao foi passada pelo secretário municipal dos transportes e mobilidade urbana, Sérgio Avelleda.

 

Não haverá licitação nem exclusividade para esta ou aquela empresa, diz o secretário. Para atender aos ciclistas, qualquer companhia será bem-vinda –desde que atenda a pré-requisitos estipulados pela prefeitura.

 

Uma das regras é que as empresas interessadas atendam toda a periferia.

 

Neste modelo, Avelleda exemplifica que a ideia é que “a pessoa chega em Itaquera, pega a bicicleta, a leva para casa e pode usá-la no dia seguinte para voltar à estação. Se tiver só 30 minutos, não vai querer [alugar uma bike]”.

 

A prefeitura estuda formas de pagamento que extrapolem o cartão de crédito –o Bilhete Único, por exemplo. As empresas credenciadas poderão expor o nome de suas marcas, desde que respeitem o Cidade Limpa, diz Avelleda.

 

Fonte: Folha de São Paulo


Autor: Caio Lobo

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Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

6 Comentários deste post

  1. Bicicletários e paraciclos pela cidade, que é bom, nada, né?

    Fábio Peres / Responder
  2. Os serviços de locações de bicicletas em São Paulo, ao que noto, não foram muito bem vistas. Riscos de furto, manutenção, localização dos pontos, etc…

    O problema agora é que tudo está ficando “parametrizado no ‘uber'”, tipo, “hoje tudo é “padrão uber””. Não vira.

    Anonimato / Responder
  3. avelleda está perdendo a mão heim, o sistema atual é de uma hora gratuito, suficiente para deslocamento e não para lazer.. nao vi semelhança alguma com o sistema do uber, está bem mal explicado essa forma nova, o único que dá a entender é que vão dar um jeito da empresa entrar sem licitar, nada muito diferente do que está sendo feito ultimamente através das “doações” Se livrando de vários impostos e contrapartidas, fora o que não é divulgado.
    pra variar o sistema atual deixaram chegar em um ponto lastimável para justificar uma troca.

    Alexandre i / Responder
    • A sensação que tenho é que aos poucos a gente vai caindo a ficha sobre o Avelleda. Quando pipocou as acusações do Metrô e CPTM para cima dele, ele saiu fora rápido da vista de todos e até entrou em uma consultoria na época. Parecia que ele não voltaria para a vida pública. Está de volta agora.

      E tem razão, as informações não estão bem claras.

      Anonimato / (em resposta a Alexandre i) Responder
  4. A prefeitura deveria se focar em conectar as ciclovias, ampliar a rede e fazer manutenção das ciclofaixas que já existem…. Isso sim traz segurança aos cidadãos!

    Thomas Wang / Responder
  5. Só vejo essas bikes em lugares nobres, como no Brás, um pedaço deserto, que inclusive nem bike vejo mais, só o ponto, no Tatuapé na Praça Silvio Romero, e etc, em bairros mais carentes ou terminais não vejo, deveria ter mesmo se fosse protegido com grades, o Metro Itaquera deveria dar o exemplo, já que o Shop ta sendo ampliado atualmente.

    Rodrigo Santos / Responder

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