Prefeitura de SP testa primeira linha de ônibus sem cobrador

A partir deste sábado, 1º, começará a rodar, em fase experimental, a primeira linha de ônibus na cidade de São Paulo, que não haverá cobrador e será aceito apenas Bilhete Único como forma de pagamento. Haverá uma placa na frente do ônibus informando que só aceita Bilhete Únic.

 

A linha escolhida foi a 576C-10 (Metrô Jabaquara – Terminal Santo Amaro), da viação MobiBrasil. O teste será feito em 5 dos 17 ônibus que fazem o trajeto.

 

A retirada dos cobradores dos ônibus é avaliada como positiva pela gestão Doria para economizar custos do sistema. Em fevereiro, Doria admitiu que que a função poderia deixar de existir e pediu às empresas que treinassem os cobradores para exercer outras funções.

 

Os cobradores representam 12% dos gastos das empresas. Hoje, apenas 6% dos passageiros pagam a viagem com dinheiro.

 

Hoje, as linhas de micro-ônibus já operam sem cobradores.

 

A SPTrans disse a Folha de São Paulo que autorizou, “em caráter experimental”, a operação sem cobrador na viação MobiBrasil. A empresa afirmou que os cobradores serão transferidos para outras áreas por meio de um plano de carreira. O SPUrbanuss disse que a medida é um teste e que não há determinação nem previsão para que toda frota opere sem cobrado


Autor: Caio Lobo

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Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

54 Comentários deste post

  1. Medo…

    anonimato / Responder
    • Medo de que? Da evolução? Ou de cobradores que dormem e nada fazem perderem a função?

      Josh / (em resposta a anonimato) Responder
      • O mundo evolui e todos nós temos que nos adaptar Frase fácil de dizer, mas difícil de ser implantada. NEM TODOS PENSAM COMO VOCÊ, por isso que no final quem age nas trevas são pessoas que pensam como você.

        Quem deveria deixar de ser criança é quem não entende o contexto social das coisas.

        Anonimato / (em resposta a Josh) Responder
        • “Contexto social” é abobrinha pra dizer que não sabe argumentar. O cidadão não pode ser obrigado a pagar pra manter emprego de pessoas em funções que já não são mais indispensáveis, como cobrador de ônibus. Não existe almoço grátis. Tudo tem um custo. E o mundo evolui cara, deixa de ser atrasado.

          Josh / (em resposta a Anonimato) Responder
          • Deixa de ser atrasado você. Se você desemprega um cobrador hoje, tem que pagar prisão para um assaltante amanhã.

            Um cobrador também é um auxiliar. Um motorista de ônibus não pode ficar sozinho pois alguém pode assaltar o mesmo ou prejudicar seu serviço.

            O mundo só vai evoluir quando as pessoas se entenderem e forem educadas, e não estúpidas como gearheads e extremistas são.

            Anonimato / (em resposta a Josh)
  2. Essa é mais uma profissão em extinção, como também será a de frentista de posto de gasolina.Outras profissões são criadas e o ser humano tem que se adaptar com os novos tempos.

    Felix / Responder
    • Profissões como a de “troll de internet” também. (sem ofensas… )

      Anonimato / (em resposta a Felix) Responder
      • Deixa de ser criança.

        Felix / (em resposta a Anonimato) Responder
        • defende cegamente os outros, critica ofensivamente quem pensa o contrário de você e me chama de criança? Bem, melhor ser criança que ser estúpido.

          Anonimato / (em resposta a Felix) Responder
          • Felix está corretíssimo. Deixa de ser criança cara. O mundo evolui e todos estamos sujeitos a termos que nos adaptar. Hoje em dia não existe profissão de datilógrafo mais, e isso é muito bom, pois profissões melhores surgiram para cobrir esse gap. Os cobradores também estão sujeitos a isso, pois a informatização tirou a utilidade deles. Se vc quer viver nas trevas, que viva por sua conta, mas não queira que a população pague por cargos que somente inflam os custos e a tarifa, sem oferecer um benefício válido. E sigamos em frente.

            Josh / (em resposta a Anonimato)
  3. Acho a iniciativa positiva. Contanto que a emissão do bilhete única seja mais fácil e rápida.

    William / Responder
    • Também gostei da iniciativa, ainda mais que estão treinando os cobradores para outras funções, de modo que não fiquem desempregados. O que me preocupa é que a venda de bilhete único ainda é muito limitada, isso precisa expandir com urgência. Tendo venda e carregamento de BU perto de todo ponto de ônibus, as viagens serão muito mais agilizadas

      Gapre / (em resposta a William) Responder
      • Seria bom que o tempo de implementação considere que entre os atuais cobradores existem idosos e outros que teriam dificuldade de realocação.

        Agora o ideal seria acabar com a catraca também, não conheço nenhum pais em que os onibus tenham catraca. Tem aí no México, Gapre?

        rafael oliveira / (em resposta a Gapre) Responder
        • Tenho essa mesma curiosidade, existe algum outro país no mundo onde tenha catraca nos ônibus?

          • não tenho estudos, mas minha aposta fica em países onde há problemas de corrupção.

            Anonimato / (em resposta a Denise)
        • Não, não tem catraca e os ônibus que não são Metrobus tem que pagar em moedas. Os mais antigos o motorista dá troco, os mais novos não. Acho isso ruim, deveria ser apenas com os cartões e pronto, pagar em moedas atrasa muito a viagem

          • Valeu Gapre, estive no México em 2014, só usei o metrô, me impressionei com o tamanho da cidade, pela primeira vez voltei pra São Paulo com a sensação de que estava voltando pra uma cidade menor. Outra coisa que me impressionou foi a selvageria no trânsito, atravessar a rua era sempre um desafio.

            Anonimato, se você se informasse sobre os casos de corrupção em outros países não falaria esse tipo de besteira.

            rafael oliveira / (em resposta a Gapre)
      • Cara, pela primeira vez CONCORDO COM O GAPRETE, vamos juntos Grape entrando nos trilhos.

        Jurandir / (em resposta a Gapre) Responder
        • Você concordando comigo? Então eu to errado em algo… a última coisa que eu quero é troll pago pelo PSDB concordando comigo

          Gapre / (em resposta a Jurandir) Responder
          • Ao Gapre como prometido, hoje o Governador entrgou 257 casas em Paraguacu Paulista todas com aquecimento solar, 507 casas em São João de Iracema e Regiao, 36 casas em Oscar Bressane e 36 Km de Estrda recuperada e com acostamento asfaltado em Pereira Barreto.Fonte:Geraldo Alckimin Facebook e Portal do Governo do Estado de São Paulo, amanhã tem mais.Todo final de semana o Governador está inaugurando obras no interior, isso tem acontecido desde o inicio de sua gestão.

            Felix / (em resposta a Gapre)
          • Poxa, primeira coisa que o governador vegetal fez em 2 décadas de desgoverno, parabéns por prestar assessoria a ele, Felix. Só queria entender a relação disso com este artifo

            Gapre / (em resposta a Gapre)
          • A relação é que vc acha que o Governador tem que investir todo orçamento anual só na mobilidade da Capital, ou não? Se vc acompanhar todo finais de semana, ele está em várias cidade do interior inaugurando obras, isso explica um pouco sua incompreensão do porque o povo de São Paulo tem colocado ele em primeiro turno nas eleições.

            Felix / (em resposta a Gapre)
          • Acontece que nem no interior o Santo faz algo que preste. Tudo que existe em SP vem da iniciativa privada ou dos próprios moradores que precisam correr atrás das coisas, o teu vegetal de estimação só serve pra parasitar no Palácio dos Bandeirantes. Ele é eleito no primeiro turno porque o PSDB já se tornou folclórico em SP e por causa do medo excessivo de vir qualquer outro partido governar, prinipalmente o PT.

            Gapre / (em resposta a Gapre)
      • Esse é um dos meus medos. Quando a Ponto Certo operava, existiam muitos pontos de abastecimento de BU. Depois do caso da Rede Ponto Certo começar com problemas devido a repasses, diminuiu e muito os pontos de abastecimento do BU.

        Anonimato / (em resposta a Gapre) Responder
        • Eu acho que as máquinas para carregar o cartão dentro do ônibus que estão sendo instaladas já podem ajudar bastante, desde que TODOS os ônibus a tenham. Pois podemos comprar créditos por meio de aplicativos ou até mesmo ligando gratuitamente no número *32245

          Embora não saiba como exatamente é o modelo de ônibus sem cobrador, se como o atual ou como o do Rio de Janeiro, Goiânia, ou seja, daqueles que a catraca fica logo após a entrada. Neste caso, poderia gerar filas para carregar o bilhete na máquina.

          Após isso, a venda de bilhetes únicos tem que ser muito mais pulverizada na cidade, inclusive com locais 24h, afinal aqui temos ônibus 24h.

          No final das contas, minha opinião ainda é de que o motorista deveria receber valor avulso de modo emergencial. A questão do troco não deveria ser obrigatório o troco exato, se a pessoa tem 5 reais e o motorista não tem troco, ela deveria pagar os 5 reais mesmo que a passagem seja menor, seria o preço de não ter o bilhete único, CONTANTO que o bilhete seja realmente acessível a todos e esta pessoa não o tem por desatenção.

          Em Goiânia, onde sempre vou, vejo que há um problema sério para comprar os bilhetes e recarregá-lo. Porém o motorista tem aceitado dinheiro para permitir passagens, o que resolve o problema.

          Agora sobre as catracas, seria o cenário perfeito se não houvesse catracas e tivéssemos que apenas apresentar um cartão, ou passá-lo na frente do motorista ou pagarmos o valor ao motorista. Só o fato de não ter que passar a catraca seria um benefício ao fluxo e maior oferta de conforto.

          O.Juliano / (em resposta a Anonimato) Responder
          • Não confio muito em “recarga via ligação”. Ceder dados é um risco.

            A grande maioria dos serviços com “acesso via cartão” tem a catraca ao lado do motorista mesmo. Onde moro houve um experimento deste tipo que não teve continuidade, e a adaptação da catraca foi realmente ficar o mais próximo do motorista.

            Do pagamento avulso mais caro que no cartão (sem possibilidade de troco) concordo, acho o melhor jeito para cobrar.

            Do fim da catraca tenho minhas dúvidas. Acho que só teremos isso quando:

            – Não tiver mais troll anonimo enchendo os saco na internet :p
            – Traficante foi considerado vilão e não heroi
            – Eleição não ter gente vendendo votos
            – Eleitos fazerem o que terem que ser feitos.
            – Empresário calcular o justo
            – Empregado trabalhar o que tem que ser trabalhado.
            E principalmente
            – Pessoas entenderem que o que fazem tem custo :p

            Anonimato / (em resposta a O.Juliano)
          • O. Juliano, vc vem a Goiânia com que frequência? E usa o Cartão Fácil ou algum outro cartão por aqui?

            Rodrigo Branquinho / (em resposta a O.Juliano)
          • Aqui em Goiânia os cobradores foram definitivamente extintos em 1999, depois da implantação total do sistema eletrônico, iniciada em 1998. Alguns cobradores foram realocados e outros, infelizmente foram demitidos. Durante um tempo os motoristas ainda faziam as vezes de cobradores, pra quem não comprava sit pass. Com o número alto de assaltos (eu mesmo cheguei a presenciar alguns), cortaram essa função. Hoje o motorista ainda recebe quando o dinheiro está trocado (R$3,70 em vias de ir pra R$4.). A Catraca fica bem na frente do busão, só tendo um banco antes dela. Quando uma pessoa embarca sem Sit Pass, ela fica na frente. Mas em todos os terminais tem vendedores que passam esse usuário. E nos pontos de ônibus da região central também (Centro, Campinas, Rodoviária, Grandes Shoppings). No começo, e até uns 3 anos atrás, tínhamos os bilhetes de papel, que eram práticos especialmente pra quem não é daqui. Mas foi substituído pelo Cartão Fácil, que é super simples de ser feito, mas tem um problema: se ficar 2 meses sem usar, ele é bloqueado. E o processo de desbloqueio dele é chaaaaaato! E se isso acontecer, não dá pra fazer outro, pois ele é vinculado ao CPF. Ou seja, quem é de fora, vem pra cá, quando vai embora tem que deixar o cartão fácil com alguém e pedir pra essa pessoa usar pelo menos uma vez por mês. (ao contrário do BU de Sampa que eu uso o mesmo desde 2014, mesmo geralmente indo aí só uma a duas vezes por ano.) Recarregar aqui é fácil também. Todos os terminais, estações do Eixo Anhanguera e no comércio se consegue. Só que com quase 20 anos de sistema, até hoje tem gente que nunca lembra de comprar antes. Acho que em São Paulo, se ampliarem a rede de recarga, não haverá problemas. Mas, há de se observar como o motorista poderá fazer o controle de entrada e saída nas linhas em que o embarque é feito pelo lado esquerdo do ônibus, já que essa entrada é atrás dele. Fica mais difícil controlar.

            Rodrigo Branquinho / (em resposta a O.Juliano)
          • Rodrigo Branquinho, costumo ir de 2 a 4 vezes por ano à Goiânia. Que bom que você pode falar como cidadão de Goiânia, assim meu comentário não fica muito distópico!

            Primeiro, vale comentar isso que você disse, sobre a demissão dos cobradores. Extinguindo os cobradores dos ônibus, é algo quase como 99% de chances que muitos cobradores perderão os empregos ao longo do tempo. Nem que os empresários/prefeitura tenham que culpar alguma crise para justificar. Simplesmente porque é assim que o sistema funciona, pouco a pouco vão enfiando mentiras no povo.

            Sobre o cartão Fácil, comprei ele não lembro há quanto tempo mas nunca tive esse problema de bloqueio após 2 meses. Nesse meio tempo tenho certeza que já fiquei sem o utilizar por mais de 2 meses, Da última vez, inclusive, do dia 01/12/2016 a 25/02/2017, quando cheguei aí no dia 25/02 eu usei meu cartão Fácil (que ainda tinha valor) normalmente. De qualquer forma, eu descobrirei isso da próxima vez haha pois só devo retornar após junho.

            Sobre a facilidade de embarcar, eu me lembro que em 2015 ou 2016 eu tive um problema traumático. Era por volta das 20h ou 21h, fui até o Terminal (não lembro qual, acho que o Praça A) para comprar um passe ou recarregar meu cartão e me disseram que tinha “acabado as viagens”, eu não entendi muito bem como a venda de viagens poderiam ter “acabado”. Depois que fui ver que parece que cada equipamento/loja tem uma quantidade de viagens a venda por dia. Eu achei um absurdo porque era um terminal e não uma banca de jornal qualquer. Se tinha algum lugar que deveria ser sempre possível embarcar, era em um terminal. Nem pude acessá-lo de maneira nenhuma. Acabei tendo que andar 4 quilômetros até a casa do meu amigo. Depois fiquei pensando que deveria ter pego um ônibus na rua e exigir o direito de transporte público, enfim.

            O que vejo em Goiânia, é uma dificuldade tremenda para recarregar o cartão após as 19h ou 20h (desconheço apps ou telefone que faça isso como aqui em SP). O que reparei é que o sistema de transporte público de Goiânia foi feito para funcionar no período comercial, ou “de dia”, porém a noite (após as 20h) tudo se complica se você não tiver conhecimento de como proceder.

            Aliás, a estrutura de transporte público em Goiânia em si é muito boa. Sempre elogio o sistema de BRT e ônibus daí mas tem seríssimos problemas na qualidade dos ônibus, facilidade e segurança.

            O.Juliano / (em resposta a O.Juliano)
          • Anonimato, entendo sua precaução em fornecer dados, embora isso ainda possa parecer antiquado, o que acontece é que o risco existe mesmo. Eu já tive dados roubados na internet e sofro com fraudes até hoje em uma compra online que fiz sabe se lá onde.

            Porém (entretanto, contudo, etc. rs), ainda é uma alternativa bem viável para recarregarmos o Bilhete Único, eu mesmo uso bastante e o que me resta é confiar que meus dados não serão roubados de novo e, se forem roubados, o banco do meu cartão irá estornar por se tratar de fraude (como aconteceu em todas as vezes). Acho que o serviço ainda tem buracos sim, mas no campo da tecnologia da informação, a recarga por meio de app/telefone evoluiu bastante e se tornou uma opção MUITO boa para quem é mais ligado nisso.

            Infelizmente acredito que a maioria, pelo menos atualmente, não faz a mínima do serviço ou de como utilizá-lo. E por isso que acho imprudência fazer esse tipo de coisa, tirar o cobrador não dando opções para o povo.

            Sobre a retirada da catraca, concordo com seus pontos, que é basicamente de uma sociedade respeitável, principalmente com esse aqui:
            – Não tiver mais troll anonimo enchendo os saco na internet :p

            haha!

            O.Juliano / (em resposta a O.Juliano)
          • O.Juliano Pois é, to sempre por aqui e sempre que quiserem saber algo sobre o sistema de Goiânia, só falar.
            Essa questão de “cota de viagens” por máquina de recarga existe desde o começo do sistema. Mas como nunca ninguém reclamou, meio que acostumamos. Não existe sistema de recargas por app, uma das razões é pela alta quantidade de pontos de recargas (terminais, estações do Eixo Anhanguera, bancas de revista, farmácias, salões de cabeleireiros, etc.) Até tentaram implantar um app aqui ano passado com pagamento por cartão de crédito mas a justiça mandou bloquear porque eles cobravam taxa de serviço.
            A questão das recargas em “horário comercial” não é só para este ponto. O sistema inteiro meio que funciona assim. Goiânia é uma cidade muito diurna ainda. Tá certo que a noite o movimento cai consideralvelmente não só aqui como em muitas cidades, mas muitas linhas e pontos de recarga param após as 20 h. Quem precisa usar o sistema após esse horário sofre, como por exemplo trabalhadores de shoppings e estudantes do noturno.
            Voltando a falar das catracas, hoje em dia, se o dinheiro estiver trocado o motorista até aceita. Se não, ou fica na frente até chegar no terminal ou infelizmente tem que ir a pé. Mas, aqui sempre funcionou bem. O grande problema de não termos cobradores aqui são, infelizmente, os usuários, que não compram Sitpass antecipadamente. E eu reclamo disso porque o sistema existe há quase 20 anos. Já dava pra terem se acostumado. Como o sistema é, digamos, 95% integrado, os passageiros passam por pelo menos 1 terminal na sua rota, ou pelo menos um ponto de venda. Dá pra comprar e não ficar preso na frente da catraca.
            Ah, uma dica, se acontecer contigo de novo de querer entrar num terminal e der o problema que vc comentou, pegue um ônibus na rua que vai entrar no terminal, fique na frente, e lá terá alguém que passa vc. Aí pode prosseguir a viagem.

            Rodrigo Branquinho / (em resposta a O.Juliano)
    • Tipo é carregar o cartão bilhete por meio de smart phone em qualquer lugar, sem precisar ir nos terminais especificos.

      Claudio / (em resposta a William) Responder
  4. primeira ?

    wagner / Responder
    • acho que o ponto é a primeira sem cobrador, o motorista não fará o papel de cobrador, se n tiver o bilhete único carregado não passa. atualmente há várias formas de se carregar o bilhete único então é válido sim a ideia. pode ser carregado pelo app e validado no aparelho vermelho que vem antes do validador por exemplo, além das formas tradicionais. o fato dos atuais serem realocados é legal sim, imagino que nem todos serão realocados. por fim faltaria deixar claro as alternativas das pessoas saberem o traçado, eu sei que há apps que disponibilizam o traçado, mas não são todos que tem o conhecimento, cabe informes e propagandas para divulgar os apps e outros meios.

      Alexandre i / (em resposta a wagner) Responder
  5. Exato. O povo esta usando mais o bilhete. Acho que agora o cobrador virou apenas um passageiro que vai de graça. Gostei da iniciativa.

    Arthur Lira / Responder
  6. kkkk

    Jurandir / Responder
  7. Os próximos a serem extintos serão os motoristas.

    Alvaro / Responder
  8. Na frota inteira de SP não teria sentido, isso só funciona em um corredor que não seja essas gambiarras que vemos em SP.

    Rodrigo Santos / Responder
    • Funciona sim. Em NY eu andei de bus e não tem cobrador em nenhuma linha. Mas para isso tem que facilitar a compra de bilhetes e o acesso ao cartão do BU. Lá, por exemplo, vc consegue comprar o ticket antes de embarcar no bus, no próprio ponto, antes mesmo de embarcar. A informatização é imprescindível para tal.

  9. Eu sou a favor do fim desse cargo.

    No entanto, acho errado a prefeitura vender para a mídia que “não haverá nenhum desemprego”. A ideia é economizar cerca de 1 bilhão que é o gasto relativo à função de cobrador, certo? Agora, se reaproveitarem em outras funções, muitas das quais o salário é maior que a de cobrador, então não vão economizar.

    Essa lógica é certa ou há alguma forma de recolocar os cobradores a custos menores no sistema?

    Alex / Responder
    • Bingo! Ótima observação!

      Anonimato / (em resposta a Alex) Responder
    • Boa observação. Existe muita apelação pra essa questão do emprego. Claro que é ruim demitir pessoas, mas toda evolução tem um ônus. O brasileiro não se dá conta que foi tão doutrinado com o esquerdismo que se esquece que tudo tem um custo. Não há como fugir. Se alguém está recebendo, alguém está pagando. Simples assim.

      Josh / (em resposta a Alex) Responder
      • NINGUÉM AQUI ESTÁ DOUTRINADO COM ESQUERDISMO, Ó SER ESTÚPIDO!. Vai lá pro Flatout punhetar um câmbio, vai.

        Anonimato / (em resposta a Josh) Responder
      • Por isso mesmo, eu acho que todo prefeito/governador/presidente deveria abrir o jogo, ser honesto com a população (ok, honesto é uma palavra difícil de ser empregada no mundo político…) e falar a verdade sobre a situação de uma determinada área.

        Embora tenha uma avaliação positiva do Dória em alguns aspectos, acho que ele erra muito quando fala abertamente na imprensa que “não haverá desemprego” em relação aos cobradores.

        Foi a mesma coisa com a promessa de manter a tarifa em 3,80. Todo mundo sabe o quanto isso custa aos cofres públicos por conta dos subsídios pagos às empresas de ônibus. Mas para manter uma promessa de campanha, ele compromete parte do orçamento público por uma medida populista.

        Como você bem disse, “tudo tem um custo”. Nesse caso, ele fica bem na foto com a tarifa congelada (paga por subsídios bilionários) enquanto ficamos sem dinheiro para obras para novos corredores, por exemplo.

        Alex / (em resposta a Josh) Responder
  10. no dia 28/02/17 metro e trem vai entar em gerve por causa da clt reforma predencia tabalistra cptem metro onbus no dia 28 na sextra ferra cptm vai entera em gerve

  11. telefone rede social reforama da previdencia tabalista tefone 2052-1865 web metro e cptm 0800 055 0121 e metro 0800 770 7722 ou 2053 -3585

  12. dia 28 de abril vai entra em gerve

  13. todos os tabalhadores entra em gerve

  14. populacao vacariri revotada vai cer um dia de gerve metro onbus e cptm

  15. Daqui a Pouco a Profissão de Cobrador Vai Ser Definitivamente Extinta

    Michell / Responder

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