Mortes por atropelamento aumentam em São Paulo

As mortes por atropelamento aumentaram 46% no mês de fevereiro comparado ao mesmo mês de 2016. Foram  38 mortes contra 26 do ano passado.

 

Os óbitos foram espalhados por toda a cidade. As marginais Pinheiros e Tietê, que tiveram suas velocidades aumentadas em janeiro, não tiveram nenhuma morte por atropelamento.

 

As mortes na capital puxaram um aumento desse tipo de óbito no Estado como um todo, que teve alta de 40% nos atropelamentos – de 107 casos em fevereiro de 2016 para 150 no mês passado.

 

Apesar do aumento por atropelamento, o número de vítimas fatais no trânsito da cidade caiu comparado com fevereiro de 2016. Foram 74 óbitos contra 77.

 

Já no Estado ficou praticamente estável. Foram 415 registros em fevereiro de 2017 e 414 no mesmo mês de 2016.

O

s dados são do Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo (Infosiga), coletados com base nos registros de boletins de ocorrência da polícia.


Autor: Caio Lobo

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Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

17 Comentários deste post

  1. nenhuma morte nas marginais?
    os petralhas devem estar louquinhasss..bandjidaaa

    la muerte / Responder
    • cara, você só pode ser doente, a matéria fala do aumento de 46% no número de mortes por atropelamento, 150 pessoas morreram e você está comemorando o.O

      rafael oliveira / (em resposta a la muerte) Responder
      • É doente mesmo….
        Uma vida poupada já justifica qualquer medida voltada pela segurança dos pedestres….

        Mas para partidários do PSDB, o negocio é a fluidez do transito…se aumentar as mortes, que se dane…o importante é o transito!

        Mente carrocrata é isso. Tudo doente!

        Renato / (em resposta a rafael oliveira) Responder
    • Dizem que anonimos que reclamam dos outros na internet tem problemas psicológicos. Sugiro tratamento

      anonimato / (em resposta a la muerte) Responder
      • Quanta mente doentia, o la muerte está comemorando que não houve morte nas Marginais e estão misturando com mortes em outros lugares?Ou a pessoa tem que aprender a ler e entender ou se tratar, misturar alhos com bugalhos para defender suas idéias é lamentável.

        Felix / (em resposta a anonimato) Responder
        • QUASE NENHUMA MORTE DEVE SER COMEMORADA (exceto de assassinos cruéis :p )

          Do jeito que o cara comemora, é como se as mortes em outros lugares não tivessem relevância. Vocês que estão trollando aí enfurnados no pc que estão com a mente doentia. Vão se tratar.

          Anonimato / (em resposta a Felix) Responder
  2. Os esquerdistas estão bugados. Não conseguem explicar porque isso aconteceu. Lamberam tanto o Haddad e agora os dados estão totalmente contraditórios, indicando que o aumento não teve nada a ver com o aumento da velocidade nas Marginais. E agora, o que vcs explicam? Cadê as haddadetes pra falar contra o aumento das velocidades?

    Josh / Responder
    • tu é burro mesmo ou só se faz? não se coloca nome aos bois em políticas de mobilidade é uma ação de acalmamento de vias não reduções de Haddad, de covas, de Pitta, dane se quem fez, é regularização do uso da via se for ficar vinculando à políticos entra na fila pra se tratar, vai junto com o lá mente que consegue um desconto.

      Alexandre i / (em resposta a Josh) Responder
      • Explica o acidente que matou um homen de 68 anos ontem na Rua Aurelia na Lapa, foi por quê a placa deveria constar menos velocidade ou imprudência ?

        Felix / (em resposta a Alexandre i) Responder
        • acalmamento de vias reduzir a velocidade, isso não implica em alterações nos veículos com limitações de velocidade, os prefeitos no geral tem medo de fazer o que deve ser feito, fiscalizar e punir em caso de infrações. de ser taxado como um prefeito que só quer arrecadar, se a preocupação for com mortes e quer a redução tem que ser mais rígido, a lei seca é uma ótima mas é muito raro de se ver, o pessoal enche a cara ao lado da PM e sai dirigindo. tem vídeo de gente andando mais rápido que moto em estrada cheia e ainda tem um monte de mongo achando o máximo. expõe várias famílias à um perigo desnecessário pq o ricasso se acha piloto e tem a certeza que se matasse alguém só daria umas 10 cestas básicas e estaria livre. tem muito mais coisa pra se fazer além de políticas públicas, mas ela são um começo, sem fiscalização, pulso firme e educação não atingem o efeito esperado.

          Alexandre i / (em resposta a Felix) Responder
          • Concordo em gênero, número e grau.O codutor é que deve ser educado, com amor ou com a dor, a escolha é de cada indivíduo.

            Felix / (em resposta a Alexandre i)
  3. Povo precisa de mais educação no trânsito, não sei como está hoje mas aquelas aulas de auto escola ou tinham esquema para não precisar frequentar ou eram chatíssimas e com materiais atrasados. Enquanto continuarem com a promoção de vendas de carros e pouco se lixando para a educação no trânsito insistindo apenas em punir para arrecadar e fingir que não está vendo que não resolve nada.

    Isso é acima de Haddad, Doria, PT, PSDB e qualquer parafernalha para distrair o olhar do povo, isso é um problema sério que começa na escola. O investimento REAL na educação no Brasil é baixo e podemos ver isso só olhando o nível das escolas públicas e o salário dos professores que são discriminados desde quando escolhem cursar uma faculdade de licenciatura até sofrerem para conseguir chegar nas escolas em bairros periféricos que sofrem com problemas de mobilidade, sem falar na segurança, moradia, etc.

    O.Juliano / Responder
    • O problema é a cultura automobilística per si, o que em partes poderia justificar o Renato chamar os outros de “carrocrata”, apesar de sinceramente não ser nada fã deste termo. Prefiro usar o termo gearhead / motorhead que aí o pessoal que usa este termo se sente ofendido melhor e foca onde tem que se focar – naqueles que negligenciam a mudança de postura no trânsito aliado a hipocrisia de falar que “segue as regras, mas…”

      Não é “continuar com a venda de carros” ou “ter quebra na carteira de habilitação”. Isso é resquício da cultura existente. O problema é justamente dar ao carro comum o status de “liberdade”, de “superioridade”.

      Enquanto não mudar o foco de “priorizar o carro” para “priorizar a mobilidade”, vamos ter sempre este problema. É algo que tem que se mudar culturalmente.

      É que nem hoje a Lava Jato – hoje ela fez as pessoas questionarem o que realmente é corrupção e o que é moral. Um pouco, mas tá fazendo. Só que ainda não se chegou ao cerne da raiz dos problemas da política – que é a cultura do “dando que se recebe”. Isso vem do eleitor, que troca seu voto por um cargo, por 50 reais, por cesta básica, por promessas ilusórias.

      Anonimato / (em resposta a O.Juliano) Responder
      • perfeito

        Alexandre i / (em resposta a Anonimato) Responder
      • Sim, o que no meu ponto de vista há duas frentes distintas: educação e economia. É possível moldar toda a educação para que o cidadão cresça sabendo a diferença entre o que é benéfico para ele e para a cidade do que é benéfico apenas para ele (ter ou não ter um carro, eis a questão). Já para a economia no modo capitalismo mais selvagem-cruel, tudo tem que girar, tem que vender, arrecadar, para lucrar, não importa quais são as consequências.Acredito ser mais dificil mudar o foco da economia dentro do capitalismo do que a educação do povo.

        Ou seja, se tivermos uma boa educação, não precisaremos de anos e anos batendo cabeça pra aprender que ter um carro na cidade nem sempre é vantajoso, mas cobrar do governo mais opções de transporte público sim. Já a economia… Difícil propor uma mudança como “venda carros de forma consciente” porque se for de forma consciente, não se vende carros, e para toda a cadeia da venda de carro, o que importa é vender, dane-se o impacto.

        O impacto talvez só seja avaliado quando tiver que sofrer um efeito reversível devido aos males causados, mas até lá, a política do lucro acima de tudo persistirá e a proposta de alienar o cidadão com relação ao individualismo como “liberdade” ou “sucesso” e etc. continue… Infelizmente.

        O.Juliano / (em resposta a Anonimato) Responder

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