CPTM abre licitação de R$ 548 mi para manutenção de trens

A CPTM abriu uma licitação para manutenção de aproximadamente 548 milhões para 80 trens de fabricação da CAF. Os trens não tem nem 10 anos de fabricação , o que para trens são considerados “novos”, e já precisam de reparos.

 

O edital lançado pela estatal abriu concorrência para a prestação de serviços de manutenção preventiva e corretiva em carros da série 7.000. De acordo com a CPTM, esses trens operam nas linhas 7, 8, 9, 11 e 12.

 

De acordo com o secretário dos transportes metropolitanos,  Clodoaldo Pelissioni, a licitação foi aberta porque o contrato de manutenção está vencendo.

 

A CPTM também abriu licitação para a manutenção destes mesmos itens em trens ainda mais novos, fabricados pela CAF em 2010. São 16 trens que rodam na linha 9-Esmeralda (que liga Osasco ao Grajaú). Neste caso, o orçamento estimado é de R$ 127 milhões.


Autor: Caio Lobo

Ler todos os posts

Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

8 Comentários deste post

  1. Muito estranho isso, por serem tão novos, isso esta ligado diretamente aos descarrilamentos.

    Rodrigo Santos / Responder
  2. Contratos de manutenção são normais, seja em trens antigos ou novos ou será que só porque os trens CAF são novos não precisam de manutenção? Todos os trens precisam de manutenção, oras, nesse caso aí de manutenção leve, geralmente, mas a manutenção pesada onde se desmonta todos os trens e revisam todos os equipamentos a cada milhares de quilômetros rodados, também se faz necessário e as máquinas passam a funcionarem melhor e por isso não tem nada demais.

    Celso Jorge Aguiar Amaro / Responder
  3. E precisa de um valor tão astronômico como esse? Trens relativamente novos precisando de manutenção? Nada que uma investigação séria, não pudesse responder, mas investigação séria em SP? Faz me rir!

    Juarez Costa / Responder
  4. O valor aparenta ser astronômico pois tratam-se de anos de concessão. No edital de ônibus de SP, por exemplo, a cifra está na casa dos bilhões no período de dois decênios, salvo engano. A crítica para tal fato é que por o valor de outorga ser alto no momento presente da assunção dos contratos, muitos governantes acabam gastando sem planejamento. Poucos anos após, praticamente todo o montante arrecadado já acabou, para uma concessão que correrá alguns “vários” anos.

    Cicero Junior / Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*