Pedalar até o trabalho garantirá folga a servidor em Salvador

Foto: Raphael Ribeiro

A partir desta quinta-feira, 9, os servidores da Secretaria Municipal de Cidade Sustentável e Inovação de Salvador, que forem pedalando até o trabalho por 15 dias úteis por mês ganhará uma folga mensal.

Para conseguir o benefício, o servidor terá que provar que fez o trajeto de bike neste período. A ideia, mais para frente, é expandir a medida para toda a Prefeitura

“Salvador precisa de menos carros nas ruas e nós, moradores, de uma vida mais saudável”, disse, em nota, o titular da pasta, André Fraga.

Fraga diz que já faz o trajeto casa-trabalho com sua bike pelo menos uma vez na semana.


Autor: Caio Lobo

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Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

12 Comentários deste post

  1. Sou contra dar folga, o brasileiro precisa produzir e ganhar enquanto está na idade produtiva, deveria dar outro incentivo, monetário, Vale refeição etc…Mesmo assim a idéia é boa.

    Felix / Responder
    • No meu trabalho quem fazia hora extra era compensado em dinheiro e com a atual crise, este ano foi introduzido a folga no lugar do dinheiro. A maioria aprovou a ideia, pois trabalham bastante por aqui e sobra pouco tempo para dedicar a família e a compromissos particulares.

      Reinaldo / (em resposta a Felix) Responder
      • Também trabalhei em Empresas que no mês de aniversário ou em serviços extras de Domingos e feriados davam em folga, no meu caso eu preferia em dinheiro, apenas filosofia de vida, acho que todo cidadão com saúde deve fazer seu pé de meia até os 60 anos, depois dessa idade é para usufruir ou seja colher tudo o que plantou.

        Felix / (em resposta a Reinaldo) Responder
        • Retificando, morrer antes dos 60 anos e não aproveitar nada ou passar dos 60 anos e gastar quando pode com plano de saúde, remédio, taxi, cuidador e outros. Esse pensamento vai acabar de vez com a aposentadoria aos 65 anos. O negócio é não contribuir e receber uma ajuda do governo de 1 salario mínimo.

          Roberto / (em resposta a Felix) Responder
          • É que eu sou adepto da Fábula “A cigarra e a formiga”.

            Felix / (em resposta a Roberto)
          • Felix, vc é adepto da fábula do “metrô do Alckmin” também

            Gapre / (em resposta a Roberto)
          • Perfeito Gapre, acho que vc tem razão, o Metrô é um excelente meio de transporte em São Paulo.

            Felix / (em resposta a Roberto)
  2. Seria interessante pra empresa privada, pra funcionário publico não concordo.

    Rodrigo Santos / Responder
    • Todos declaram ser contra o preconceito, mas quando tem oportunidade de colocar em pratica o seu discurso fazem o inverso. Sendo que uma considerável parcela dos trabalhores são do serviço Público, empresas Públicas e terceirizados que prestam servicos aos órgãos Públicos.

      Roberto / (em resposta a Rodrigo Santos) Responder
    • Rodrigo, nesse caso eu até acho legal começar pelo setor público, na matéria diz que a intenção é expandir para toda a prefeitura, sendo assim a prefeitura será um exemplo neste ponto específico (incentivar o uso de bicicletas por seus funcionários). Só acho que deve haver um controle das folgas para não acumular junto a outros programas que podem haver, não sei como funciona exatamente o setor público mas sei que tem uma política específica para folgas, faltas, licenças, etc..

      O.Juliano / (em resposta a Rodrigo Santos) Responder
  3. As prefeituras devem contribuir com a ampliação da malha cicloviária, devem oferecer bicicletários para a população em geral e também para os Servidores. Além disso, vestiários com chuveiros também são bem-vindos aos Servidores. Esse é o papel das prefeituras. Dar folgas é um erro, já que sempre alegam defasagem do número de funcionários, sempre exigem mais contratações. Imaginem, por exemplo, uma grande parte do setor da saúde municipal aderindo ao programa: menos médicos, menos enfermeiros, etc. Será que é isso que a população, pagadora de altos impostos, realmente quer?

    Will / Responder
  4. Poxa, mas aí seria um dia e daria para permutar a folga tranquilamente entre os funcionários. Também prefiro que o subsídio seja dado em espécie (dinheiro) ao invés do que está sendo proposto. Mas, talvez o contexto de crise não permita….

    Cicero Junior / Responder

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