Niterói estuda implantação de VLT

A cidade de Niterói estuda implantar um serviço de Veículo Leve Sobre Trilhos, fruto de uma iniciativa em parceria com a Agência de Desenvolvimento Francesa — AFD.

O modal ligaria as estações das barcas da Praça de Araribóia, no Centro, e de Charitas, na Zona Sul. Seriam onze quilômetros de trilhos, passando pelos bairros de Charitas, São Francisco, Icaraí, Jardim Icaraí, Santa Rosa, Centro, São Domingos e Ponta D’Areia.

Segundo Axel Grael, secretário Executivo da Prefeitura, estão sendo buscados recursos para contratação de estudo de viabilidade técnica. “O projeto que existe é conceitual. Temos um traçado preliminar, mas não é possível ainda definir o número de estações e os locais onde elas realmente serão implantadas. Esses pontos todos serão definidos após a conclusão do estudo de viabilidade”, pondera Axel Grael.

Existem ainda análises para buscar parcerias público privadas.

Com as informações de “O Dia


Autor: Renato Lobo

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Paulistano, Técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

5 Comentários deste post

  1. Ja vao se formar já estão a 4 anos estudando.

    Marcelo oliveira / Responder
  2. Estão fazendo várias obras estão esquecendo dos ciclistas e dos pedestres

    Anderson Siqueira da Silva / Responder
  3. Tá na Hora de Trazer o VLT Para São Paulo/SP

    Michell / Responder
  4. Ninguém fala em construir metrô, poderia sim ter uma linha de metrô até o DPO do Cafuba , ali tem uma estação de BHS , iria intregrar o BS com o metrô esse linha de metrô iria da DPO Cafubá , passando por Charitas, São Francisco, Santa Rosa, Icaraí , Centro e Fonseca ( inicio da alameda estação 1 e final da alameda – estação 2) , iria resolver todos os problemas de mobilidade da cidade , a maioria das pessoas da Região Oceânica vão ao centro de Niteroi , esse troço que estão construindo por aqui lida Engenho do Mato a Charitas , liga nada a lugar nenhum , as pessoas (grande maioria) que vão ao centro de Niteroi não serão beneficiadas em nada com essa obra.

    Ricardo Silva / Responder

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