ANTT autoriza estudos de ferrovia entre Brasilia e Goiás

Foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, a um grupo de empresas a realizarem estudos de viabilidade técnica para subsidiar a outorga do serviço de transporte ferroviário de passageiros entre o município de Luziânia (GO) e Brasília (DF).

O grupo é formado pelas empresas TACV – Desenvolvimento de Sistema de Transporte LTDA., Sistran Engenharia LTDA., EGL Engenharia LTDA. e Proficenter Negócios em Infraestrutura LTDA e o consórcio das companhias Geodata Engineering S.p.a., Geodata do Brasil Ltda. e Italferr Gruppo Ferrovie dello Stato Italiano, que promoveram o Chamamento Público nº 4/2015.

Após os trabalhos, uma comissão da ANTT deve analisar os dados, e poderá estabelecer prazos intermediários para apresentação de informações, documentos e relatórios para verificar as informações.

As empresas tem um prazo de 240 dias para conclusão e apresentação dos estudos à comissão. O prazo pode ser prorrogado mediante decisão da ANTT.

 


Autor: Renato Lobo

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Paulistano, Técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

7 Comentários deste post

  1. Essa matéria está misturando dois assuntos diferentes. O título fala da ferrovia que prevê ligar Goiânia a Brasília, mas o início do texto fala sobre a ferrovia entre Brasília e Luziânia (GO, no entorno do DF). Ela já existe, mas é usada somente para transporte de cargas. A ideia é começar a usá-la também para o transporte de passageiros. Luziânia, assim como Valparaíso de Goiás, que está bem na divisa sul entre GO-DF, faz parte da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE-DF). Luziânia está distante 60 km de Brasília e o tempo de viagem de carro entre elas é de uma hora.

    Guilherme / Responder
  2. O trajeto é plano, já existe uma linha férrea, porém de bitola métrica. Considerando o grande número de moradores de cidades do entorno do DF que trabalham no plano piloto, uma linha férrea de passageiros seria um excelente projeto. Porém até hoje, a primeira e única linha do BRT do DF funciona a cegas, a central de comando nem foi instalada, BRTs que rodam como ônibus comuns. Gestão pública precária.

    Ernesto Pepalanthus / Responder
  3. “Autoriza Estudo“ZzZzZZzZzZzZZzz Significa que ate o “Projeto Sair Do Papel“ vai levar uma eternidade…

    Isso SE sair…

    Matheus / Responder
  4. Estudos? Isso vai longeeeeeeeeeeeeeeee

    Rodrigo Santos / Responder
  5. É uma excellente oportunidade de demostrar à viabilidade socio-económica e a utilidade pública dos projetos !

    Fabrice Daniel / Responder
  6. Uma pena que essa linha de trem vai levar séculos para sair do papel. Mas seria de grande valia para os moradores, especialmente de Luziânia e Valparaíso, que sofrem com ônibus precários que os levam até o DF. Seria bem interessante também se esta linha atendesse a várias cidades satélite, como Santa Maria e Gama, e também se integrasse ao Metrô de Brasília. Mas aí acho que já to sonhando demais também hahaha

    Rodrigo Branquinho / Responder
  7. ”Trens regionais pendulares de passageiros “double decker” de médio e longo percurso São Paulo-Minas-Brasília.”

    Para que possamos ter definido um trajeto para trens regionais de passageiros de médio e longo percurso São Paulo – Brasília, utilizando o canteiro central da Rodovia dos Bandeirantes-SP (2ª etapa) passando por muitas das cidades citadas abaixo entre outras, além de um trajeto coerente para cargas, (dupla função) com o fator de sazonalidade igual a zero, deveremos tomar as seguintes providências;

    1ª fase Interligar a ferrovia Norte / Sul com ramal para Brasília-DF com a Ferrovia Centro Atlântica FCA existente passando pelas cidades de Anápolis-GO, Araguari, Uberlândia, Uberaba-MG que hoje se encontram operando somente em bitola métrica, com a implantação de bitola mista ( 1,0 + 1,6 m ), passando por Ribeirão Preto, até o ponto que se encontram com a bitola larga em Campinas, aí já seguindo para Jundiaí e a capital-SP.

    2ª fase Interligar em linha paralela com a ferrovia Norte / Sul passando por Goiânia, Anápolis, Itumbiara-GO, Monte Alegre de Minas, Prata e Frutal-MG e adentrando pelo centro norte de SP na cidade de Colômbia, e a partir daí seguindo por ferrovias existentes por Barretos, Bebedouro, Jaboticabal, até Araraquara no centro de São Paulo, com bifurcação para Panorama ou para a estação Júlio Prestes na capital-SP, ambos os trajetos como função de linhas troncos.

    A maior parte destas propostas é a de se utilizar ao máximo os trechos ferroviários existentes que se estejam desativados ou subutilizados, mas que se encontram-se em regiões de grande potencial, que no passado já possuíram ferrovias a fazer parte de seu desenvolvimento, e que inexplicavelmente se encontram abandonadas, principalmente no estado de São Paulo, e o trecho novo complementar se limita a, ligação ferroviária Norte / Sul, Anápolis, Itumbiara-GO Barretos-SP ~380 km, a maior parte em Minas Gerais. (Esta ligação tem a função de interligar na menor distância em bitola larga os pontos onde se encontram paralisadas ao Norte Anápolis-GO com a ao Sul Barretos-SP), que hoje não existe, em um tempo, distância e custo de implantação muito inferior à proposta original, além que poderá ser utilizada como trens de passageiros.

    Notas:
    1ª Fica definida a cidade de Panorama-SP de onde deve partir rumo ao Rio Grande do Sul a continuidade da ferrovia Norte / Sul.
    2ª Alguns trechos entre Barretos e Panorama-SP se encontram em estado precário, ou erradicados, portanto devem ser refeitos.
    3ª A utilização do canteiro central da Rodovia dos Bandeirantes entre São Paulo e Campinas (Viracopos) em uma segunda etapa se faz necessário, pois o trecho existente se encontra saturado.

    Leoni / Responder

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