Entidades pedem frota limpa em nova licitação de São Paulo

Uma nova licitação dos transportes em São Paulo esta em curso, porém o edital não prevê a troca de veículos à diesel por ônibus com combustíveis limpos, ainda que a lei 14.933, de 05 de junho de 2009, determina que até 2018 todos os ônibus municipais sejam movidos por fontes de energia não fósseis.

Uma carta com o caráter de cobrança à prefeitura com a assinatura do Greenpeace Brasil, Rede Nossa São Paulo, Instituto Saúde e Sustentabilidade, a UITP sigla em inglês para União Internacional dos Transportes Públicos e o Movimento Respira São Paulo, foi enviado a comissão da prefeitura. Os grupos querem que o poder público informe como será “promovida a introdução de novas tecnologias de forma gradual na cidade de São Paulo”.

Veja a carta

No edital de licitação, apenas os trólebus estão garantidos para continuidade de operação sem que haja perspectiva de ampliação do sistema. A rede elétrica esta sendo modernizada, com o prazo de conclusão dos trabalhos até o final deste ano. “os serviços seguem em andamento, sendo que, até o momento, já foram executados 60% dos serviços de modernização de toda rede” – diz nota da SPTrans.


Autor: Renato Lobo

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Paulistano, Técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

8 Comentários deste post

  1. A reforma da rede aérea está parada. Licitação diz vagamente sobre a introdução de novas tecnologias limpas e não possue cronograma para implantação, verdadeiro retrocesso.

    ricardo / Responder
  2. Não adianta a frota de 12 mil de ônibus ser limpa e continuarmos tendo milhões de carros circulando. O importante mesmo é os ônibus serem confortáveis e velozes para que as pessoas deixem de usar de maneira abusiva os carros. Isso beneficia muito mais o meio ambiente.

    Júlio / Responder
  3. Não adianta a frota ser limpa e a população mal educada.Deveria ser feita campanhas constantes orientando a população para não jogar lixo nas ruas e nos veiculos de transporte.Tenho observado que muitas pessoas chupam uma bala e joga o papel no chão, fuma um cigarro e joga a bituca,toma uma cerveja ou água e joga o vasilhame na rua.Podem repararem como estão as faixas de ciclistas.As que vejo,Zachi Narchi,Guilherme Cothing e Joaquina Ramalho estão todas sujas com lixos jogado pelo cidadão mal educado.

    Julio Jesimiel Gotardo / Responder
  4. Não adianta a frota ser limpa e a população mal educada.Deveria ser feita campanhas constantes orientando a população para não jogar lixo nas ruas e nos veiculos de transporte.Tenho observado que muitas pessoas chupam uma bala e joga o papel no chão, fuma um cigarro e joga a bituca,toma uma cerveja ou água e joga o vasilhame na rua.Podem repararem como estão as faixas de ciclistas.As que vejo,Zachi Narchi,Guilherme Cothing e Joaquina Ramalho estão todas sujas com lixos jogado pelo cidadão mal educado.

    Julio Jesimiel Gotardo / Responder
  5. Frota limpa é APENAS a hidrogenio e é perfeitamente viável (embora quem ousa brincar com este tema costuma ter vida curta).
    Os trólebus hoje poluem bem mais que os a diesel, visto que a energia usada por eles também vem sendo gerada a partir de diesel mais o despendio absurdo da transmissão da energia.

    Leandro / Responder
  6. Sou a favor,se não da mais elétrico então coloca hibrido,chega de poluição,porque se for esperar montadoras de automóveis no Brasil estamos na merda.

    Rodrigo Santos / Responder
  7. Sou a favor de usar os veículos movidos a energia elétrica (trólebus), principalmente nos novos corredores. Inclusive deveria ser aproveitada a Avenida Luis Inácio de Anhaia Mello e criado nela um corredor até São Mateus (pois tenho certeza que o monotrilho, assim que estiver totalmente operacional,não vai dar conta de tanta gente que se deslocará para Cidade Tiradentes). Veja o exemplo da linha de trólebus que interliga Vila Prudente ao Parque Dom Pedro, funciona perfeitamente (só para citar uma) e agora com novos modelos de veículos (novos) basta apenas estar sempre investindo em modernização das linhas e viabilidade (usar em trechos sem muitas curvas). Basta ver nos países de primeiro mundo, os trólebus funcionam muito bem.

    Valmir / Responder
  8. sou a favor de mais trolebus são mais silenciosos

    fabiano / Responder

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