O fim dos trólebus da Nova Zelândia

Wellington, capital da Nova Zelândia não terá mais trólebus rodando até 2017. A cidade possuí atualmente 50 km de linhas, e após recomendações do Conselho Regional “Greater Wellington” fechará seu sistema.

Entre as razões para a extinção está o custo de manutenção e infra-estrutura além da inflexibilidade do sistema que ocasiona em velocidades mais lentas em relação aos ônibus a diesel. Os sessenta trólebus restantes serão substituídos por veículos a diesel e diesel-elétricos híbridos.

A retirada da infraestrutura deverá custar aos cofres públicos mais de 20 milhões de dólares. Os Trólebus operam em Wellington desde 1949, e são até o momento o único sistema da Oceania.

Na contra-mão, outros países expandiram a rede de trólebus, sobretudo na Europa. Aqui no Brasil o sistema já correu risco de ser extinto, mas ganhou novo fôlego com veículos mais modernos e a reforma da rede elétrica.


Autor: Renato Lobo

Ler todos os posts

Paulistano, profissional de Marketing Digital, técnico em Transportes, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

4 Comentários deste post

  1. caraca eu que achava que o brasil vivia retrocedendo

    fabiano correia /
  2. QUE ABSURDO…..principalmente vindo da onde vem…………………

    Salvador sobre trilhos /
  3. Tomara que no Brasil isso não aconteça.

  4. Gosto do fato de não poluir, gosto que seja menos ruidoso, sobretudo para quem está dentro e não me incomoda tanto ser um pouco mais lento, tenho até boas lembranças de infância andando em trólebus…
    Pra mim o ponto negativo desse tipo de transporte é a poluição visual que causa. Fios suspensos são esteticamente desagradáveis e acho que amesquinham a paisagem e os postes de cimento encardido usados em regiões históricas como o centro antigo de São Paulo ou mesmo em avenidas como a Celso Garcia na ZL ou Sto Amaro pioram ainda mais o “ar” de decadência desses lugares.

    Felipe /

Deixe uma resposta