Semana Especial Via Trolebus/Alstom em Dubai

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O Via Trolebus esteve na cidade de Dubai a convite da Alstom para conhecer o primeiro VLT (Veículo Leve sobre trilhos), em operação, sem catenária no mundo. O próximo que deve ser entregue nos mesmos moldes será no Rio de Janeiro, no projeto de revitalização do Porto da cidade, conhecido como Porto Maravilha.

O evento, que contou com jornalistas do mundo todo, ocorreu no último dia 17, em Dubai, nos Emirados Árabes. Por termos muito material, este especial será dividido em 4 partes, que serão veiculados entre os dias 23 e 26. Confira a agenda:

– Conhecendo a Alstom e seus projetos (23/3);
– Por dentro do VLT de Dubai (24/3);
– Manutenção do VLT (25/3);
– Dubai: exemplo de mobilidade urbana (26/3),

Não percam!


Autor: Caio Lobo

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Paulistano e Corinthiano, formado em Marketing porém dedicou sua experiência profissional, pós-graduação e MBA na área de Finanças. Temas relacionados à mobilidade urbana o fascinam, principalmente quando se fala de metrô.

5 Comentários deste post

  1. Legal!

    1111 / Responder
  2. acho os temas que vcs abordam muito bons, mas parece que vcs não gostam muito de escrever. sou obrigado a sair da página para descobrir o que é catenária para daí sim dar relevância ou não a este tema. A tempo, para que vcs não percam muitas visitas!!: “Na ferrovia, a catenária é um sistema de distribuição e alimentação eléctrica aérea. Difere das distribuições de Alta/Média/Baixa tensão para permitir uma captação direta de energia do cabo por meio de um pantógrafo. Os cabos são trocados a cada número determinado de postes e são fixos por tensão, existindo um peso superior ao de 1/2 do cabo em cada extremidade que o estica até assentar por baixo dos fixadores. Este meio de fixação permite que haja uma superfície lisa de contato em todo o cabo. Este sistema é utilizado por Trólebus (Trolleys), Bondes (Eléctricos), Metrôs (Metropolitanos) de Superfície, locomotivas e automotoras ferroviárias.” – wikipedia

    Léo Nascimento / Responder
  3. Parabéns pela matéria! Não vejo a hora esses sistemas aqui no Brasil ficar pronto. Como em Santos, Rio de Janeiro e Goiânia, e quem sabe Brasília retoma o projeto?.
    No caso de Cuiabá, é uma pena que estão querendo retroceder para BRT, só por implicância política. Tudo bem que a situação do VLT tem que ser investigado e os culpados punidos. Agora em relação ao VLT, as obras tem que ser terminadas. Ao menos na linha onde já tinha obras.
    E outra, caso Cuiabá retrocede ao BRT. O que vão fazer com os trens da CAF já comprados?? E as infraestruturas já construídas? Quantos vão custar para derrubar tudo? E quantos vão custar para desapropriar mais para fazer passagem larga ao BRT??
    E tudo isso tem que ser discutido ainda antes do Governador de Mato Grosso tomar a decisão radical.

    Paul Humberto / Responder
  4. A catenária pode ser utilizada não só em metrôs de superfície, como é o caso da linha 5 Lilás, como também em metrôs subterrâneos. O sistema de alimentação dos trens da linha 4 Amarela, subterrânea, também é por catenária.

    Samuel / Responder
  5. otima materia!!!
    nao vejo a hora!

    Thiago Marins / Responder

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