Na segunda reportagem especial do Portal Via Trolebus sobre os sistemas de transportes da Europa, nosso colaborador Ricardo Milani percorreu algumas linhas de VLT, que nada mais são que bondes modernos.
“De VLT nas cidades da Europa, oque posso dizer que é muito comum por lá, na Itália a maioria das cidade médias e grandes tem, e em Amsterdam, o vlt lá possui varias linhas ligando praticamente a cidade toda, alias vi muito mais vlt do que ônibus a diesel”. Ricardo conta ainda que existe um integração perfeita entre os vlt s e o mobiliário urbano, já que o modal corre no mesmo nível das edificações, facilitando também o embarque e desembarque dos passageiros.
Na Itália, só em Milão são 286,8 km de linhas de VLT’s. Em Turim, a primeira cidade a ter os bondes em 1871, são 10 linhas. Já em Roma são mais 6 linhas, Nápoles 4 linhas, Messina 1 linha, Sassari 1 linha, Trieste 1 linha e Pádua também com uma linha.
Outras cidades estão construindo novas linhas de VLT’s: Bérgamo (1 linha de 12.6 quilômetros), Cagliari (1 linha de 7 quilômetros), Módena (2 linhas de 16.5 quilômetros), Palermo (3 linhas de 16.6 quilômetros), Florença (3 linhas) e por fim Veneza (2 linhas).
Já em Amsterdam, o tram é o sistema mais usado entre a população. Nas paradas existem painéis que mostram os horários precisos de passagens dos veículos. No interior dos veículos existem mapas dinâmicos que são atualizados de acordo com o percurso.
Como disse o Ricardo, a Europa investe pesado neste modal: A fábrica de trens da Alstom em La Rochelle, cidade medieval na costa atlântica da França, produziu em 2010 o número recorde de 88 “tramways”, trens urbanos movidos a eletricidade e que hoje são conhecidos no Brasil pela sigla VLT (veículos leves sobre trilhos). Esses trens são, na verdade, a versão moderna dos antigos bondes, que desapareceram das cidades brasileiras há pelo menos 30 anos.

Veja também: Itália: Trólebus em alta velocidade
Por Renato Lobo e Ricardo Salzano Milani



No Brasil, para circular entre os carros me parece desaconselhável porque nossa cultura/estrutura/fiscalização de trânsito é precária, além do (muito mau) hábito de não manter as pistas bem conservadas.
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Rodar com segregação bem arquitetada e integrada ao meio urbano parece mais eficiente e seguro. Inclusive porque poderia utilizar automação, de forma que o condutor assumisse somente quando necessário
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Vi os números de velocidade, aceleração e frenagem do VLT de Santos e achei muito bons: pareceu um “metrozinho elegante”. Achei a sinalização conservadora; provavelmente porque CBTC aumentaria muito o custo e não seria necessário neste início de implantação.
Luiz Vilela disse:No Brasil, para cuaiclrr entre os carros me parece desaconselhavel porque nossa cultura/estrutura/fiscalizacao de transito e precaria, alem do (muito mau) habito de nao manter as pistas bem conservadas..Rodar com segregacao bem arquitetada e integrada ao meio urbano parece mais eficiente e seguro. Inclusive porque poderia utilizar automacao, de forma que o condutor assumisse somente quando necessario.Vi os numeros de velocidade, aceleracao e frenagem do VLT de Santos e achei muito bons: pareceu um metrozinho elegante . Achei a sinalizacao conservadora; provavelmente porque CBTC aumentaria muito o custo e nao seria necessario neste inicio de implantacao.